terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Faxina da alma



Não importa onde você parou, em que momento da vida você cansou.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo, é renovar as esperanças na vida e, o mais importante, acreditar em você de novo.


Sofreu muito nesse período?

Foi aprendizado.


Chorou muito?

Foi limpeza da alma.
Ficou com raiva das pessoas?
Foi para perdoá-las um dia.


Sentiu-se só por diversas vezes?

É porque fechaste a porta até para os anjos.


Acreditou que tudo estava perdido?

Era o início da tua melhora.


Pois é... agora é hora de reiniciar, de pensar na luz, deencontrar prazer nas coisas simples de novo.


Um corte de cabelo arrojado diferente, um novo curso, ou aquele velho desejo de aprender a pintar, desenhar, dominar o computador, ou qualquer outra coisa.

Olha quanto desafio, quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te esperando...


Ta se sentindo sozinho?

Besteira, tem tanta gente que você afastou com o seu "período de isolamento".

Tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu para "chegar" perto de você.


Quando nos trancamos na tristeza, nem nós mesmos nos suportamos, ficamos horríveis. O mau humor vai comendo nosso fígado, até a boca fica amarga.


Recomeçar...


Hoje é um bom dia para começar novos desafios.
Onde você quer chegar? Alto? Sonhe alto! Queira o melhor do melhor. Queira coisas boas para a vida. Pensando assim, trazemos prá nós aquilo que desejamos.


Se pensamos pequeno, coisas pequenas teremos. Já se desejarmos fortemente o melhor e, principalmente lutarmos pelo melhor, o melhor vai se instalar na nossa vida. E é hoje o dia da faxina mental.


Jogue fora tudo que te prende ao passado, ao mundinho de coisas tristes. Fotos, peças de roupa, papel de bala, ingressos de cinema, bilhetes de viagens e toda aquela tranqueira que guardamos quando nos julgamos apaixonados.


Jogue tudo fora, mas principalmente esvazie seu coração.

Fique pronto para a vida, para um novo amor.

Lembre-se, somos apaixonáveis, somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes, afinal de contas, nós somos o "Amor".


Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.


Carlos Drummond de Andrade
Eu sei que eu tô preta, quase não apareci na foto, mas a paisagem ta liiinda!
^^
Isso aí no parque dos Buritís, aqui em Go^^

Essa tarde foi^legal, pelo menos eu não passei o dia dentro do hospital, como nos outros dias^^
...

200inove!


hehe
o ano começou bastante agitado..
com notíciasnãomuito boas,com gentedo passado, que eu sinceramente pensava até que já havia morrido (srsrsrs). Mas agora jáestátudo sob controle.
Viajeipra Goiânia pra procurar doença, e como diz o velho ditado "quem procura, acha..." acabeiachandoum cisto no meu ovário esquerdo,acho que ele que causa todas as dores de cólicas.
O médico pedio ummontee de exames, o resultadosairáno dia 27 de janeiro, tomara que não dê em nada, pq se não eu vou ter que esperar pra operar, até pq ele me falou que se eufor operar, term q esperar eu ficar mais velha, pq eu sou muito nova, ainda não tive filhos, blablablá....
Mas,vamos aguardar o resultado e seja o que Deus quizer..!
O pai queria até que euficasse morando em Go, aii.
nada haver, detesto essa cidade, e além do mias, eu ia ficar morando com os meus avós!
A única coisa que seria legal é que eu ia viver comprando um monte de coisas, lá eh tudo tão baratinho^^ mas depois de um tempo isso iria tornar-se futilidade¬¬
bom gente, meu início de ano foi esse!
ESTOU PRONTA PRO QUE DER E VIER!
:)*

Da janela lateral do quarto de dormir
Vejo uma igreja, um sinal de glória
Vejo um muro branco e um vôo, pássaro
Vejo uma grade, um velho sinal
Mensageiro natural de coisas naturais
Quando eu falava dessas cores mórbidas
Quando eu falava desse homens sórdidos
Quando eu falava desse temporal
Você não escutou
Você não quer acreditar
Mas isso é tão normal
Você não quis acreditar
Que eu apenas era
Cavaleiro marginal lavado em ribeirão
Cavaleiro negro que viveu mistérios
Cavaleiro e senhor de casa e árvores
Sem querer descanso nem dominical
Cavaleiro marginal banhado em ribeirão
Conhecia as torres e os cemitérios
Conhecia os homens e os seus velórios
Quando olhava da janela lateral
Do quarto de dormir