Às vezes acho
Que eu fiquei louco
Me dando conselhos
Até ficar rouco
Às vezes acho
Que perdi a memória
Contando de novo
A mesma história...
Aqui onde as horas não passam
Aqui onde o Sol não me vê
Aqui onde eu não moro
Não existo sem você...
Me olho no espelho
E me vejo do avesso
O mesmo rosto
Que eu não reconheço
O rádio ligado
Chuva e calor
As gotas me ferem
Mas não sinto dor...
Aqui onde as horas não passam
Aqui onde o Sol não me vê
Aqui onde eu não moro
Não existo sem você...
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Como se sente...?
Como se sente
De volta ao começo
As falhas, os erros
Tudo tem preço
Como se sente
Na volta por cima
Pensando ao contrário
A vida ensina
Como se sente
Voltando atrás
Aprenda a lição
Nunca diga nunca mais
Como se sente
A falta que faz
O mundo dá voltas
Nunca diga nunca mais
Sempre presente
O medo de falar
Na frente de todos
O que ninguém quer escutar
Às vezes se sente
No vento que sopra
Nas nuvens no céu
O que vem pela frente
Por mais que se tente
Não dá pra sair
Depois de descobrir
Que não há nada a provar
Como se sente...?
Vamos Comemorar...
Eu acho que os deuses
Queriam que ficássemos juntos
Marcaram uma festa um lugar pra ir
Fizeram que uma amiga
Te ligasse pra sairNos encontramos nos conhecemos
Falamos sem parar
Do tempo que perdemos
Fizemos planos para muitos anos
Mas aqui estamos dizendo adeus
Meia-noite
No meio do nada
Estamos numa ponte
Cada vez mais fraca
Eu vejo a vida como ela é
O chão sumindo sob os nossos pés
Não tem mais jeito o vento sopra
E minhas mãos se soltam
E eu bato de frente num muro
E caio num abismo escuro
Não importa se isso é o fim
Não importa o que
O destino quer pra mim
Vamos comemorar
Comemorar
A vida é assim
Quero deixar pra você
Antes do sol nascer
Uma canção
Prá você não esqueçer
Às vezes parece
Que tudo já está escrito
O que será feito
O que será dito
Eu não tenho controle eu só repito
Palavras que eu sei que queimam
E eu não faço nada fico sem ação
Eu me sinto carregando
O mundo
Eu tento nadar
Mas eu só afundo
Vamos comemorar não fique triste
Um novo dia sempre existe
Quero dizer o que eu sinto pra você
Numa canção pra você não esquecer
Vivendo e Aprendendo
Com um outro rosto
Um outro beijo
Com o mesmo gosto
Era cedo e não podia
Dar certo
Lá vem um outro dia
Frio e encoberto
Agora veja
O meu estado
Olhando o futuro
E prevendo o passado
Como alguém
Que não sabe o que quer
Mentindo pra todos
Enquanto puder
Se foi um erro
Quero errar
Sempre assim
Gritar
Se teve um começo
Que tenha fim /
O tempo virou
E me deu as costas
Outra pergunta
Com a mesma resposta
Os dias são sempre iguais
O mesmo filme
Em todos canais
Eu quero voar
Mas tenho medo de altura
O céu azul
Me dá tontura
Eu caio mas não chego
Ao chão
Estou certo
Mas perdi a razão
Vivendo e aprendendo
A perder
Vivendo e aprendendo
A esquecer
Não sei porquê
Que algo vai acontecer
Diante fica tão distante
De repente não quer mais me ver
Outra vez o último a saber
O que se passaTalvez eu sempre faça a coisa errada
Um furacão pra mim é quase nada
De todos os desastres que eu podia
Eu escolhi você
Eu não sei por quê
Achei tudo tão difícil
O início já é meio fim
Corri o risco que eu sentia
A sorte não sorriu pra mim
Mais do mesmo
Menos mal
Eu conheço a próxima cena
Um pouco de tristeza
Já me basta
Outro dia chega
E se arrasta
Exatamente quando eu não queria
Eu conheci você
Eu não sei por quê
Tudo diferente
Todos caminhos trilham pra a gente se ver
Todas as trilhas caminham pra gente se achar, viu
Eu ligo no sentido de meia verdade
Metade inteira chora de felicidade
A qualquer distância o outro te alcança
Erudito som de batidão
Dia e noite céu de pé no chão
O detalhe que o coração atenta
Você passa, eu paro
Você faz, eu falo
Mas a gente no quarto sente o gosto bom que o oposto tem
Não sei, mas sinto, uma força que embala tudo
Falo por ouvir o mundo, tudo diferente de um jeito bate
Escudos
Eu não tenho tempo pra falar teu nome
Eu não tenho nome pra você dizer
Meu café jamais vai matar sua fome
Nada que tu traga vai me apetecer
Sinistro parece que a gente se deu ao desfrute de nada
Tua tanga na manga do mágico falso
Tuas mãos na cartola teu corpo no palco
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o teu ser mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar
Não contei ainda teus escudos sujos
Sabe que eu te estudo sem me aproximar
O teu santo gringo me mostrou teu mundo
Vi que no escuro tu fica a chorar
Se Shiva me disse pra ter paciência
Te pego no beco do sino da crença
Te assusto com a ira da minha demência
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar
Eu não tenho nome pra você dizer
Meu café jamais vai matar sua fome
Nada que tu traga vai me apetecer
Sinistro parece que a gente se deu ao desfrute de nada
Tua tanga na manga do mágico falso
Tuas mãos na cartola teu corpo no palco
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o teu ser mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar
Não contei ainda teus escudos sujos
Sabe que eu te estudo sem me aproximar
O teu santo gringo me mostrou teu mundo
Vi que no escuro tu fica a chorar
Se Shiva me disse pra ter paciência
Te pego no beco do sino da crença
Te assusto com a ira da minha demência
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar
Obrigado (Por ter se mandado)
Obrigado
Por ter se mandado
Ter me condenado a tanta liberdade
Pelas tardes nunca foi tão tarde
Teus abraços, tuas ameaças
Obrigado
Por ter se mandado
Ter me acordado pra realidade
Das pessoas que eu já nem lembrava
Pareciam todas ter a tua cara
Obrigado
Por não ter voltado
Pra buscar as coisas que se acabaram
E também por não ter dito obrigado
Ter levado a ingratidão bem guardada
...
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