Um dia disse a uma amiga: Você precisa escolher, quer ser feliz ou ser normal? Ela me perguntou, o que significa isso? A gente é feliz justamente porque é normal!...Não é bem assim. Para ser normal; devo estar dentro de parâmetro medianos e iguais, uma pessoa precisa abrir mão de muita coisa, muitos aspectos seus, particulares e importantes, são concessões que chegam a matar a vida dentro dessa pessoa.
Ser normal é ser igual a uma maioria, só que isso não existe, não somos feitos em série, numa fábrica com medidas padronizadas e constantes. Somos tais como obras de arte, únicos, não duplicáveis. Não temos forma. Quando nos colocamos numa, perdemos nossa essência e por conseqüência perdemos nossa alegria de viver. Esse processo é tão sutil que nem percebemos, quando vemos já estamos infelizes, inadequados, insatisfeitos.
Não sabemos bem porquê, mas ficamos apáticos, viciados em impulsionadores de prazeres (bebidas, compras, sexo, trabalho, comida, remédios, drogas). Vivemos uma vida sem sentido, mascarada por compulsões e hábitos considerados normais. Terminamos doentes e morrendo das piores formas, sem nunca saber porque. Colocamos a culpa na vida estressante, na violência, nos alimentos adulterados, na tecnologia, na libertinagem... Mas não vemos a raiz dessas coisas.
Para mim o começo de tudo é uma escolha que fazemos cedo, para viver “em paz”. Escolhemos ser normais ao invés de sermos felizes. Deixamos de ser arte para ser fabricados em série. Não nos interessamos em conhecer quem somos com nossas particularidades, não nos respeitamos.E agora? Você quer continuar a ser normal ou vai tentar descobri a obra de arte que Deus esculpiu?
Namasté.
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