sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Como alguém espera por algo que não acredita?

A resposta está em Nietzsche:”Humano, demasiado humano”?

Demasiadamente fraco e esperançoso.

Presunçoso, talvez.



Como alguém vive algo que nem realmente sabe o que significa -

- uma espécie de “relação coisal” ?

Como alguém chora por algo que nunca teve?

Apenas almejou aquilo, mas ao menos sabe se seria bom.



Como alguém pode saber o que de fato é bom pra si?

Senso comum?

Conhecimento científico?

Hipóteses e suposições?

Seria tudo isso a crença no impossível?

Ou o destemido ato da fé?

Ignorância?



Humano, demasiado humano.



Por que alguém surrupia a verdade, destrói o senso e julga-se feliz?

Seriam os filmes hollywoodianos culpados por misturarmos ficção com realidade e acabarmos frustrados?

Seria a utopia vigente nesse mundinho, culpada pela necessidade de vermos magia e encanto em quase tudo – inclusive nas pessoas?



Humano, demasiado humano.



Em demasia, engano!

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