Como alguém espera por algo que não acredita?
A resposta está em Nietzsche:”Humano, demasiado humano”?
Demasiadamente fraco e esperançoso.
Presunçoso, talvez.
Como alguém vive algo que nem realmente sabe o que significa -
- uma espécie de “relação coisal” ?
Como alguém chora por algo que nunca teve?
Apenas almejou aquilo, mas ao menos sabe se seria bom.
Como alguém pode saber o que de fato é bom pra si?
Senso comum?
Conhecimento científico?
Hipóteses e suposições?
Seria tudo isso a crença no impossível?
Ou o destemido ato da fé?
Ignorância?
Humano, demasiado humano.
Por que alguém surrupia a verdade, destrói o senso e julga-se feliz?
Seriam os filmes hollywoodianos culpados por misturarmos ficção com realidade e acabarmos frustrados?
Seria a utopia vigente nesse mundinho, culpada pela necessidade de vermos magia e encanto em quase tudo – inclusive nas pessoas?
Humano, demasiado humano.
Em demasia, engano!
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